10/09/09
Descoberta da América Central | Chicken Bus
09/09/09
Atravessar a rua em Hanoi
Esqueçam tudo o que aprenderam neste nosso pacato cantinho à beira mar plantado. Na cidade "do dragão que se ergue", vamos manter os pés bem assentes na terra e, pé ante pé, havemos de chegar ao outro lado da rua. :)
by Jorge
08/09/09
Últimas Inscrições: Indochina (com Jorge Vassallo)

A partida de 29 de Outubro para a Indochina (a viagem acompanhada pelo Jorge) está já com vagas limitadas, neste momento dispomos apenas de 3 lugares livres.
07/09/09
Descoberta da América Central | Nova data
A primeira edição da "Descoberta da América Central" com o Carlos vai entrar agora numa das etapas mais interessantes, o trekking!Para aqueles que ficaram por cá, mas que gostavam de estar lá, temos uma boa notícia. Já está disponível a segunda data para esta viagem, e é na passagem de ano!!
Data: 26 Dez 09 a 12 Jan 2010
Preço: 1100€ (voo não incluído)
Mais detalhes no site da Nomad em: http://www.nomad.pt/america_latina/guatemala/viagem2/descricao.htm
02/09/09
Boa viagem!

30/08/09
Ainda a procissao vai no adro...
Antigua esta a crescer.
Quantos mais dias aqui passo mais cantos, recantos, barraquinhas de comidas, outra igreja, uma ruina nova, uma nova cor na parede. Hoje ainda pior - 5 horas atras da Virgem, mais umas quantas ruas debaixo dos pes. Ficam aqui as fotos.
Esta procissao ja acabou, com foguetes e tudo, mas a nossa ainda vai no Adro...
Faltam 4 dias!
27/08/09
O novo Continente!

Antigua esta como sempre- multicolor, animada, coquette e "foggy".
Mas hà novidades! Ja nao permitem barraquinhas de comida no parque central, ha cafe expresso por todo o lado e a "menina do mercado central" (que falei num post mais antigo) ja esta a espera do segundo filho!
Envio as primeiras fotos, ainda tiradas por um par de olhos esbugalhados, de quem ainda està a aterrar...
Num novo continente!
(nota - a acentuacao esta adaptada a um teclado espanhol!)

A primeira refeicao - Sandes de pollo com guacamole, e uma Gallo fresquinha

Entrada sorridente do meu hostel

Quando largar este computador, saio por esta vista :) Estou numa biblioteca dum instituto espanhol, com internet à borla claro esta.

Devia existir a cor "amarelo-antigua", quem vier ca vai perceber bem porque

Esta miuda linda impigiu-me um pulseira em 3 segundos, por 5 quetzales. Passada uma hora veio outra, a impingir-me 3 pulseiras pelo mesmo preco :)
26/08/09
A não perder!

O Museu do Oriente, em Lisboa, tem em exposição um trabalho de fotografia documental sobre o quotidiano de quatro cidades do Vietname, da autoria do arquitecto Ricardo França. “Vinte e uma fotos dão forma a um diário visual, instantes da minha viagem/pedaços de um quotidiano viajado pelos Vietnamitas, tantas vezes repetido durante tantos séculos”, como diz o próprio.
É um diário de viagem feito de fotografias intimistas. Há imagens de ambientes únicos, mais e menos formais, sempre irrepetíveis: de trabalho, de lazer, de relações familiares, de preparação e venda de alimentos, de trajes típicos, de momentos fúnebres, de lembranças… É um documento onde identificamos a coabitação serena de práticas culturais modernas e ancestrais.
Com imagens de Hanoi e Hué (onde vamos passar durante a aventura com a nomad), Hoi An e Halong Bay, esta é sem dúvida uma exposição a não perder. está patente até ao dia 20 de Setembro e não se paga. Não há desculpas!
25/08/09
De partida...
17/08/09
Última vaga!
É pegar ou largar! :)
Asta pronto
06/08/09
A mochila ideal

Está quase! Já faltam poucas semanas para arrancar e começo a olhar para a minha mochila olhos de sentimental...
Uma pergunta bastante frequente é "quantos litros é que ela tem?"
Não faço a menor ideia..., nunca o soube, mas coloquei na fotografia uma garrafita de água do Luso - de litro e meio - para termo de comparação :)
A minha medida ideal aprendi na Índia (há 11 anos, na minha primeira viagem fora do mundo Ocidental) com um inglês que seguia airoso com uma mochilita de escola num autocarro, enquanto eu, para além de ter que estar sempre alerta nas paragens a ver se a minha não era surripiada do tejadilho, trazia os ombros com marcas vermelhas das alças duma enorme mochila militar, que comprei na feira da ladra, e enchi com quilos de inutilidades.
A inveja foi tanta que tomei uma decisão: sempre que possível viajo com uma mochila que me caiba entre os pés, debaixo do assento de um autocarro.
E só há uma maneira de o fazer: comprar primeiro a mochila, e enchê-la depois!
Existe uma medida ideal? Claro que não, cada um tem a sua medida, cada viagem também.
Dentro da minha nunca falta:
- Kitt médico - com repelente
- Saco cama às florzinhas dos anos setenta, herdado do meu pai, usado em todas as minhas viagem de mochila, e ainda com o zipo original!
- Bolsinha “Money belt”– para guardar o garante em viagem – multibanco e passaporte
- Necessaire com cabide para pendurar
- Roupa – pensada para a cada semana fazer uma lavandaria.
- Chinelos para os duches
- Long sleeve se possível berrante – para mosquitos ao fim do dia
- E depois levo uma bolsa tiracolo para as coisas do dia-a-dia – guias, máquina fotográfica, água etc
Será que vai caber tudo?
by Carlos
05/08/09
Fico aqui, obrigado!
O dono da agência de viagens Ruta Maya dá-me uma má noticia. Sim, a van para as praias de El Salvador vai sair, mas um grupo de estrangeiras alugou-a em exclusivo.
- Cabe mais gente, mas elas não querem. Pagaram os 12 lugares!
A Ruta Maya é a única agência (que eu tenha descoberto) que faz um shutlle, uma vez por semana, entre Antigua Guatemala e as praias de La Libertad, em El Salvador, precisamente o trajecto eu quero fazer. A alternativa é ir até Guatemala City, apanhar um autocarro para San Salvador e daí um transporte para as praias, o que é mais cansativo, demora mais tempo e, seguramente, é mais perigoso.
Insisto. Pergunto-lhe se não pode chamar as raparigas à agência para tentar convencê-las a levarem-me. “Afinal sou simpático e bem parecido, pode-lhes agradar a companhia”. Rimo-nos, mas eu por dentro estou furioso. No último minuto, ele lembra-se de outra hipótese. Há um “chavo” salvadorenho que, às vezes, também faz este percurso mas não tem o contacto dele.
- Espera! Uma das miúdas está alojada na casa onde ele mora. Aqui está o endereço, pergunta pelo Martin.
“2ª Avenida Sur, 34”. Lá fui eu. Encontro o Martin mal entro no pequeno jardim que dá acesso à casa. Está sentado numa mesa, aparentemente a trabalhar, com um rapaz mais novo, loiro de olhos azuis. Venho depois a saber que Lars é sueco e está na Guatemala a montar com Martin uma agência de viagens focada em intercâmbios de estudantes entre os dois países. Mais tarde hei-de acompanhá-los à gráfica para ir buscar os recém-criados cartões de visita.
Na verdade, já estavam à minha espera, pois alguém tinha avisado que eu iria aparecer. E, pelos vistos, venho mesmo a calhar pois só há mais quatro pessoas para fazer a viagem, mesmo à justa para fazer o break-even do negócio.
- Estava a rezar para que aparecesse mais alguém! – diz-me enquanto me mostra no computador algumas fotos de ondas salvadorenhas.
Eu sou a salvação do Martin, ele é a minha. E isso é suficiente para se criar uma boa relação. Acertamos todos os detalhes da viagem e a forma de pagamento. Como extra, ainda recebo algumas dicas e contactos de hotéis, taxistas e empresas de autocarros que viajam para a Nicarágua e Costa Rica, os meus próximos destinos.
Saímos bem cedo, às 5:00 da manhã. Na van, além de mim e do condutor, vão dois australianos, uma americana e uma irlandesa. Eu viajo no lugar da frente, ao lado do condutor, o mais cómodo e o melhor para apreciar a paisagem que é fantástica. A viagem e a passagem da fronteira são muito tranquilas, sem qualquer sobressalto nem demora.
Quando começamos a percorrer a estrada costeira de El Salvador começo a “ficar em pulgas”. Os points de direita sucedem-se uns atrás dos outros e consigo facilmente identificar km59 e km61, duas ondas que habitam no meu imaginário há algum tempo. Que esperar de um país cujo nome das ondas é apenas o número do quilómetro de estrada onde se localizam?
O nosso condutor não sabe muito bem onde me deve deixar. Eu muito menos. Tenho apenas as indicações do Martin e uma dica dada à pressa pelo Cadilhe, por email: “Tenta ficar em Zunzal, alguns kms depois de La Libertad, muito mais consistente e bom ambiente, muitos hotéis para surfistas e mais seguro. Só se o mar subir é que vale a pena ir surfar a Libertad.”
Perguntamos. Indicam-nos um pequeno caminho de terra e pedras que parece não ir dar a lado nenhum. Mais vai. Vejo casas pintadas com ondas, um restaurante e letreiros a dizer “surf accommodation” e “rooms for rent”. E, mesmo à minha frente, um pico de direita a rolar perfeito desde muito lá de fora.
- Fico aqui, obrigado!
*mais histórias do André e outras novidades sobre viagens em www.tempodeviajar.com
27/07/09
Descapotável na Guatemala
Nós que somos chiques, vamos lá dentro! Internet, bolinhos, hospedeira e filmes americanos exibidos em plasma: os mimos habituais de um chicken bus :)
25/07/09
“A arte de viajar”
Como se pode estar nas instalações dos Bombeiros de Leça do Balio a bater um pezinho de salsa e a sentir realmente o calor húmido da tropical Antigua?
Podem respirar de alívio – não vou pôr o cachimbo na boca e fazer uma dissertação sobre “a arte de viajar” mas apenas socorrer-me do livro com este título de Alain de Botton (e que recomendo vivamente) para me explicar:
No primeiro capítulo ele relata-nos a "viagem" que fez desde uma brochura límpida que viu das Bahamas, ainda no seu apartamento cinzento em Inglaterra até as Bahamas reais em que aterrou. Chamava-lhe – “Viajar por antecipação”.
Ontem foi o dia “oficial” em que a Nomad me enviou o Bilhete de Avião e é incrível como este bocado de papel cheio de informações desinteressantes, me despoletou um repuxo de sensações... senti-me lá!
A isto chama-se “viajar por antecipação”, um exercício que nasce e morre dentro da nossa cabeça, é gratuito, completamente diferente do que realmente acontece, bem real de emoções e para ser sorvida com um copo de água fresca em dia de calor :)
Ainda faltam cincos semanas para a partida, mas para mim, a viagem já começou.
E ainda há vagas para quem queira apanhar o avião para o lado de lá do Atlântico!
Asta la vista!
17/07/09
Ser livre na Guatemala
- Senti-me como se estivesse no Apocalipse Now, naquela cena em que eles vão de lancha a descer o rio – dizia-me o Jorge, durante um almoço na praia de Matosinhos, poucos dias antes da minha partida.
Estas palavras e a expressão de serenidade com que as disse, foram suficientes, como um fotografia ou uma boa história poderiam ter sido, para eu colocar um pin mental no meu mapa da viagem. Rio Dulce, Guatemala.
Descubro, já depois de estar na Guatemala, que Rio Dulce fica a meio do caminho entre onde eu estou e para onde quero ir. Efectivamente, para ir da zona de Petén, onde fica Tikal e El Remate, para as cidades de Guatemala e Antigua tem que, inevitavelmente, passar-se por lá.
Recordo-me das palavras do Jorge. E da sua expressão. O meu cronograma inicial, feito numa folha de Excel, previa uma passagem breve pela Guatemala, apenas os dias necessários para visitar Tikal e conhecer Antigua. Mas sinto que por aqui há mais coisas para viver e aprender e, por isso, decido parar em Rio Dulce. Ou teria já decidido antes de partir, durante aquele almoço na minha querida praia de Matosinhos?
Em Rio Dulce vive-se “no”, “do” e “para” o rio. As deslocações são feitas de barco, as casas e hotéis estão montados sobre estacas e a comunidade comunica entre si por rádio amador. Há várias marinas que recebem navegadores e as suas histórias de viagens e aventuras fascinam-me.
Não há muito para fazer por aqui, além de meia dúzia de tours organizados que não me apetece fazer e a visita ao castelo de San Filipe. Dou mergulhos e tomo banhos no rio; espalmo-me numa das cadeiras da pequena plataforma que o hotel tem amarrada por uma corda ao embarcadouro. No Algarve costumava haver destas plataformas. Eram amarelas e eu costumava nadar até lá e voltar.
Decido que quero alugar um pequeno barco para descer rio acima. Ou abaixo, não sei. Quero ir sozinho, sem “guia” condutor. Ninguém me aluga, claro! Não tenho carta de marinheiro e nem há turistas a pedir tal coisa, logo não há oferta. A coisa mais parecida que consigo e que me permite ir sozinho é um jet ski. É caro e está um bocado fora do contexto mas, por essa altura, já estou completamente obstinado e nada nem ninguém me conseguirá segurar, nem mesmo eu próprio. Ás vezes, quanto cismo com uma coisa, sou assim. Uma vez, vejam bem, há pouco mais de três anos, cismei que até completar trinta e cinco anos faria uma viagem à volta do mundo. Tenho trinta e três.
Negoceio o tempo e o respectivo valor e… “dá-lhe giz!”. Depois de fazer a curva do castillo, entro no gigantesco lago Izabal e o rio inquieto transforma-se numa imensa auto-estrada líquida, de piso liso e cristalino. Cai numa fina cortina de nevoeiro, que me dá a sensação de entrar em alto mar, no desconhecido. Não ouço o barulho do motor e o jet ski parece apenas planar sobre aquela superfície espelhada. Sinto o vento a bater-me na cara. Sou livre.
*o André é do Porto e é outro maluco que, como nós, tem alguma dificuldade em ficar muito tempo no mesmo lugar. Entre voltas ao mundo e outras aventuras, é o autor do www.tempodeviajar.com .
12/07/09
Ser Nómada.. na FNAC
Ser Nómada
18/07 - 22:00 - FNAC GaiaShopping
19/07 - 15:00 - FNAC MarShopping
31/07 - 22:00 - FNAC Colombo
03/07/09
Angkor!
Ficam algumas fotos, para recordar a minha visita a uma das novas Sete Maravilhas do Mundo. Só de imaginar que lá estaremos outra vez este ano... eu, a nomad e o grupo que nos vai acompanhar...
* Vamos fazer este trajecto na viagem da nomad, no sentido contrário... mas não se preocupem, porque a estrada já foi arranjada, e em vez de crateras e lombas, espera-nos um confortável tapete de alcatrão...
01/07/09
Angkor em alta
Ainda esta semana deixamos algumas das nossas fotografias deste lugar maravilhoso e único.
23/06/09
Honduras – da República das Bananas ao "Bananagate"

“El unico fruto del amor, es la banana, es la banana...!”
Será? Nem por isso...
A imagem da Miss Chiquita com o seu cabaz colorido e sorriso tropical é tão real como a do Rato Mickey. O negócio das bananas foi origem de golpes de estado e mortes na América Central, no inicio do Século XX, com as empresas americanas ali instaladas a financiar e instigar esses golpes a troco de benefícios fiscais e concessões de terras.
Nasceu assim o termo Republica das Bananas, também ela inventada por um americano, O. Henry no livro “Cabbages and Kings” que escreveu numa breve passagem por Tegucigalpa, a capital das Honduras.
O termo perpetuou-se e os escândalos também. Até Pablo Neruda lhe dedicou um poema – “La United Fruit Co.” e dois anos depois da sua morte, em 1975, essa mesma empresa (hoje Chiquita) foi acusada de subornar o Presidente Ditador das Honduras, num escândalo que ficou conhecido como...Bananagate!
Meu Deus...banana na América Central não é pêra doce.
19/06/09
Angkor na próxima NG
E como se não bastasse a reportagem, a revista vai oferecer um mapa do império Khmer. Vale a pena!

